Sim, não tenho motivos, nem obturações à fazer, mas me diga onde encontraste racionalidade em uma pessoa como eu? Que adoro os filmes psicóticos e nem baba mais com os filmes românticos redondamente clichês. Não vou falar que quero, e sim que necessito, e nem sei se essa pessoa és tu, porque te vendo assim de perto varias da tua parte que admiro até a parte incabível em mim. Nossas vidas de bairros longes e fins da tarde em um estacionamento particular estão imprensadas com essa rotina de alunos, todas as coisas de casa que trazes, dos doces às discussões com teus pais, eu tento te acolher, e não conseguindo te confortar desse tormento, me culpo, eu bem que deveria ter um poder especial desses de curar as pessoas com alguns sorrisos e umas piadas compradas em uma revista de 1,99. Bom, não sei se isso dá certo, ficas me perguntando sobre a gente, sobre o que acho, sobre o que "desacho", sobre aquele dia, e aquela mão, aquela falta. Pára de te desculpar! Isso tá me irritando! Bom, vou me acalmar, vou passar a noite aqui, amanhã tem prova, mas sei que tu nem me queres nessa noite, podes dizer depois de tudo isso que fiz tempestade em copo de passarinho. Já até sei, mas sou isso meu bem, um drama, uma contusão no peito, a tal da crítica "inconstante". Então vou tentar, vou me lambuzar de pingos d'água e esperar o tempo se ir, as coisas continuam e tem aula na segunda. Até mais uma conversa pra curar essa dor ruim de hoje.
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