Juro que não parei pra pensar, e nem precisei.
É tão óbvio, que o louco ao apaixonado, que o são ao iludido, que todos eles sabem.
De todos os extremos, dos sedentários até os como eu - que tremo -.
São diferentes e normais, podem até ser casuais. Mas continua sendo tão óbvio.
Entre todas as semelhanças e disparidades, entre a comilança e a sanidade.
Todas as raças e crenças, entre as mentas e as mulheres ciumentas.
Temos todos algo em comum...
Do psicopata que mata a vítima e do manipulador que se faz de vítima,
temos todos algo em comum.
Da piranha que procura carne de molho, até a aranha que se esconde atrás do repolho,
temos todos algo em comum.
Do jornaleiro que pensa em vender, da formiga que pensa em render,
temos todos algo em comum.
Então procuramos, mas não encontramos em lugar algum.
Mas existe, vemos nos filmes, nos nossos lábios em raridade, mas existe.
Temos todos algo em comum, temos um objetivo em comum,
temos todos algo em comum.
Temos todos algo em comum, temos uma meta em comum,
temos todos algo em comum.
Temos todos algo em comum, quando encontrarmos a felicidade,
teremos todos conseguido achar algo em comum.
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